Edio Lopes questiona presidente da Petrobras sobre preço da gasolina e do gás de cozinha no Brasil

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O deputado federal Edio Lopes presidiu a audiência pública promovida pela Comissão de Minas e Energia / Foto: Divulgação /

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, esteve hoje (11), respondendo questionamentos de parlamentares em audiência pública promovida pela Comissão de Minas e Energia (CME) da Câmara dos Deputados. Presidindo a reunião, o deputado federal Edio Lopes (PL/RR) pediu esclarecimentos ao presidente relacionados aos combustíveis no Brasil.

Dentre as questões apresentadas por Edio Lopes, destaca-se a preocupação do parlamentar com o preço cobrado pelo combustível e o gás de cozinha e a quantidade de adulterações, principalmente na gasolina.

“No Brasil, temos postos de gasolina numa quantidade que não vemos em outros países. Diante desta situação, vender combustível no país é um grande negócio? Quem produz a gasolina também produz os solventes? Porque não há um controle desses produtos e subprodutos que causam tantos danos ao consumidor brasileiro?”, questionou.

Em resposta ao deputado Edio Lopes, Roberto Castello Branco destacou que o estado brasileiro precisa tomar medidas contra três problemas: furto, valor de impostos e a adulteração. Sobre o preço de combustíveis, ele disse que a Petrobras vem fazendo o possível para manter os valores conforme o que é praticado internacionalmente.

Ele destacou também a empresa é responsável por 54% do preço na bomba no caso do diesel, 33% na gasolina e 38% no gás de cozinha.

“O preço final varia conforme o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrado em cada estado e outros tributos, entre outros fatores. Às vezes, a Petrobras reduz o preço na refinaria, mas isso não se reflete na bomba”, explicou o presidente, ressaltando que estes problemas são muito ruins para o Brasil, pois desestimulam investimentos no país, mas que infelizmente estão fora do alcance da Petrobras.

DA REDAÇÃO

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