UTILIDADE PÚBLICA – Exames de ecocardiograma serão retomados nesta terça-feira, 1º

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Conforme a diretora geral da unidade, Vânia Reis, o procedimento estava parado há cerca de um ano e seis meses, em razão da falta de manutenção do equipamento; a prioridade é atender idosos e pacientes com saúde mais debilitada / Foto: Eduarda Martos /

O CCDI (Centro de Cardiologia de Diagnóstico por Imagem) retoma nesta terça-feira, 1º de outubro, a realização de exames de ecocardiograma, um dos serviços mais solicitados pelos usuários do sistema público de saúde do Estado. Conforme a diretora geral da unidade, Vânia Reis, o procedimento estava parado há cerca de um ano e seis meses, em razão da falta de manutenção do equipamento responsável pela realização do exame.

“A nova gestão sempre se mostrou preocupada com a oferta de exames e no caso do CCDI, a situação que tínhamos era de uma máquina que estava parada por falta de manutenção, uma situação que vinha se arrastando desde o governo anterior. Após realizar um planejamento e acionar a empresa responsável pela manutenção, a máquina passará a funcionar novamente, possibilitando o atendimento das demandas da população”, disse.

Com o retorno do procedimento, os pacientes não precisarão mais ser encaminhados para as clínicas credenciadas, fazendo com que a Sesau (Secretaria Estadual de Saúde) possa fazer mais investimentos dentro da própria unidade.

Por enquanto, os agendamentos para o exame se darão com a oferta de apenas 15 vagas por semana. No entanto, a expectativa é que a capacidade de atendimento venha a melhorar sensivelmente nos próximos meses, uma vez que a unidade ganhará o reforço de mais um médico para auxiliar na execução do procedimento.

“O atendimento para esse tipo de exame começa na terça-feira, dia 1º, mas já temos uma pré-lista com alguns pacientes. A prioridade nesse momento é justamente atender aquelas pessoas que requerem um atendimento mais imediato, como idosos e pacientes com saúde mais debilitada, mas a gente espera uma sensível melhora para os próximos meses”, completou.

DA REDAÇÃO

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