Mais uma batalha perdida
Fumante incorrigível, Sílvio tinha pleno conhecimento dos males do cigarro, mas não conseguia largar o vício que, aliado à tradicional cervejinha de depois do expediente, acabou levando ele à morte.
Essa prática, aliás, é comum entre os jornalistas veteranos e já vitimou muita gente boa, muitos profissionais que hoje fazem falta no meio jornalístico roraimense: professor Alexandre Borges, Humberto Silva, além dos sobreviventes: Zuleida Viana, Zequinha Neto, Nei Costa… Espero, sinceramente, que esses consigam abrir os olhos, antes que seja tarde demais.
O site Portal da Saúde, explicita os malefícios do fumo e suas consequências:
“Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), anualmente cerca de 4,9 milhões de pessoas morrem, em todo o mundo, em resultado do tabagismo. Se a epidemia não for travada, a mesma organização estima que, em 2020/30, esse número chegará aos 10 milhões de pessoas por ano.
Estudos epidemiológicos confirmam a associação entre o tabagismo e…
- Um terço de todos os casos de cancro;
- 90 por cento dos casos de cancro do pulmão;
- Cancro do aparelho respiratório superior (lábio, língua, boca, faringe e laringe);
- Cancro da bexiga, rim, colo do útero, esófago, estômago e pâncreas;
- Doenças do aparelho circulatório, dos quais a doença isquémica cardíaca (25 por cento);
- Bronquite crónica (75-80 por cento), enfisema e agravamento da asma;
- Irritação ocular e das vias áreas superiores.
Fumar reduz a esperança média de vida em cerca de dez anos”.
Depois de tudo isso exposto, só posso desejar que não apenas nós, jornalistas, mas todos os cidadãos roraimenses, brasileiros, tenhamos consciência dos malefícios do cigarro e da bebida antes que seja tarde e possamos viver mais e com saúde.
Wirismar Ramos – da Redação
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Blogueiro, jornalista e radialista. A sequência é intencional e representa o nível de importância da atuação de Wirismar Ramos no mundo do webjornalismo. Pós-graduado em Comunicação Social - Assessoria de Imprensa e Novas Tecnologias, Wirismar Ramos costuma dizer que não suporta, em sua vida profissional, atitudes que demonstrem falso moralismo, falsidade, traição, incompetência e preguiça.