Ângela Portela: "O resultado é uma situação de incerteza, que afeta toda a população do estado"
Em pronunciamento em Plenário nesta quinta-feira (9), a senadora Angela Portela (PT-RR) criticou o governo de Roraima pelos problemas na rede pública de ensino, o que, em sua avaliação, tem refletido em baixo desempenho dos estudantes. O principal alvo da parlamentar foi a decisão de alterar o calendário escolar sem que os professores fossem ouvidos.
“O resultado é uma situação de incerteza, que afeta não apenas professores e funcionários, mas toda a população do Estado”, afirmou.
Segundo a senadora, o retorno às aulas foi transferido para 23 de janeiro, sob a alegação de que algumas escolas roraimenses ainda estavam em obras. Angela Portela também classificou como “remendos” o adiamento do fim do ano letivo e as aulas de reposição em sábados e feriados, e também citou situação de “descontrole” na folha de pagamento do magistério de Roraima.
“Tudo isso se fez sem qualquer notificação aos professores da rede pública de ensino. Esses dados permitem uma explicação para os fracos resultados obtidos nos últimos anos pelo sistema educacional de Roraima”, disse a senadora, a respeito do analfabetismo acima da média brasileira e das notas baixas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Angela Portela também pediu adequação da carga horária em Roraima à determinação da 11.738/2008 (Lei do Piso Nacional), segundo a qual pelo menos um terço do tempo na escola deve ser reservado a atividades extraclasse. Em sua opinião, a lei é uma conquista para os estudantes:
“É um conceito moderno, aplicado em países que têm o mais respeitado sistema de ensino”, enfatizou.
A senadora lamentou as “dívidas sociais de atendimento” no sistema de ensino e pediu mais avanços, incluindo a aprovação de proposta de emenda à Constituição que reserva 10 por cento do produto interno bruto (PIB) à educação.
Violência contra a mulher
A investigação de denuncias de possíveis omissões por parte do poder público na proteção às mulheres vítimas de violência e a análise da situação do quadro no Brasil, devem ser as metas da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito instalado nesta quarta-feira (8) no Senado.
A senadora Ângela Portela (PT-RR) compõe o grupo liderado pela deputada Jô Moraes (PCdoB/MG), e formado ainda pelas senadoras Ana Rita (PT/ES) e Lídice da Mata (PSB/BA). O prazo para a conclusão dos trabalhos é de 180 dias.
Na elaboração do relatório as parlamentares pretendem discutir os motivos que levam o Brasil a ocupar a 12ª posição em número de homicídios de mulheres em um ranking de 73 países, apesar de ter legislação específica aprovada em 2006. A Lei Maria da Penha, desde que foi instituída, impôs mais rigor na punição de agressores e estabeleceu mecanismos de proteção às mulheres.
Ângela Portela afirmou que a comissão vai apurar as falhas das instituições de atendimento à mulher, e admitiu que as vítimas fazem denúncias, são ouvidas, mas não conseguem escapar da morte.
“Os integrantes da comissão pretendem agora fazer um controle das instituições para saber como estão trabalhando para cumprir a lei. Uma das dificuldades é estruturar os órgãos das diferentes esferas de poder para garantir pressa e eficiência nos inquéritos que investigam as denúncias de violência contra a mulher, além de proteção às vítimas”, comentou.
De antemão, a comissão inicia os trabalhos com dados pouco alentadores. Já se sabe que faltam delegacias especializadas e juizados de violência doméstica. O Brasil tenha mais de 5.600 municípios, conta com apenas 359 delegacias da mulher.
Em Roraima, os números divulgados no início deste ano pela secretaria estadual de Segurança Pública apontam para um crescimento no número de casos de violência contra a mulher. Os dados, do período entre 2005 e 2010, confirmam um aumento da ordem de 50% nos crimes de estupro e tentativa de estupro. O crime de ameaça também sofreu aumento de pouco mais de 25%.
FONTE: AGÊNCIA SENADO E ASCOM DA SENADORA
Em pronunciamento em Plenário nesta quinta-feira (9), a senadora Angela Portela (PT-RR) criticou o governo de Roraima pelos problemas na rede pública de ensino, o que, em sua avaliação, tem refletido em baixo desempenho dos estudantes. O principal alvo da parlamentar foi a decisão de alterar o calendário escolar sem que os professores fossem ouvidos.
- O resultado é uma situação de incerteza, que afeta não apenas professores e funcionários, mas toda a população do estado – afirmou.
Segundo a senadora, o retorno às aulas foi transferido para 23 de janeiro, sob a alegação de que algumas escolas roraimenses ainda estavam em obras. Angela Portela também classificou como “remendos” o adiamento do fim do ano letivo e as aulas de reposição em sábados e feriados, e também citou situação de “descontrole” na folha de pagamento do magistério de Roraima.
- Tudo isso se fez sem qualquer notificação aos professores da rede pública de ensino. Esses dados permitem uma explicação para os fracos resultados obtidos nos últimos anos pelo sistema educacional de Roraima – disse a senadora, a respeito do analfabetismo acima da média brasileira e das notas baixas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Angela Portela também pediu adequação da carga horária em Roraima à determinação da 11.738/2008 (Lei do Piso Nacional), segundo a qual pelo menos um terço do tempo na escola deve ser reservado a atividades extraclasse. Em sua opinião, a lei é uma conquista para os estudantes:
- É um conceito moderno, aplicado em países que têm o mais respeitado sistema de ensino.
A senadora lamentou as “dívidas sociais de atendimento” no sistema de ensino e pediu mais avanços, incluindo a aprovação de proposta de emenda à Constituição que reserva 10 por cento do produto interno bruto (PIB) à educação.
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E AGORA TBM ELE ESTÁ ASSALTANDO OS PROFESSORES. TENHO COMO PROVAR ISSO ATRAVÉS DE DOCUMENTOS.
fico feliz que apos todo esse tempo essa senadora tenha resolvido fazer alguma critica a esse governo ai….
INFELIZMENTE, TUDO NESTE ESTADO TÁ DE MAU A PIOR, TAMBÉM COM OS MAIORES CORRUPTOS GOVERNANDO ESTE ESTADO. SÓ FALTA O POVO CRIAR VERGONHA NA CARA, E VOTAR NOS MENOS RUIM. ACELERA(RE)RORAIMA
O ANCHIETA COMPROU TAMBÉM O SINDICATO DA EDUCAÇÃO (SINTERR). POSSO PROVAR ISSO.
Fala CabuRRé, fala a voz do povo….
Wirismar, Porque nunca mais o Sen MOZARILDO, manifestou-se sobre a situação em que se encontra o Estado? Calou-se também? O que ouve???????
Então porque você esta guardando esses documentos, caburré? Joga eles nas mãos do MP e TJ, e depois publica, quero ver não acontecer nada!
Se vocês tem provas, o Wirismar pode publicar, não pode?
Sim, meu caro Anônimo, com certeza.
Wirismar Ramos.