
Por falta de recursos, os 35 laboratórios do CBA não estão sendo utilizados de acordo com o projeto original
A segunda edição do Parlamento Amazônico (Parlamaz) em Manaus (AM) foi encerrada na tarde desta sexta-feira (25), com uma visita das lideranças da Região Amazônica às dependências do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), próximo à Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), no Distrito Industrial.
Os parlamentares destacaram a qualidade dos 35 laboratórios da instituição, que, por falta de um maior aporte de recursos e de uma mão-de-obra mais efetiva, não estão sendo utilizados de acordo com as expectativas do projeto original, segundo o coordenador do CBA, Imar Cézar de Araújo.
O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), deputado estadual Ricardo Nicolau (PSD), defendeu também uma mudança radical no modelo de gestão para alavancar as atividades do CBA. “Temos aqui toda uma infraestrutura montada, com modernos equipamentos, mas pela falta de uma política mais efetiva do Governo Federal todos esses recursos não estão podendo ser aproveitados. É necessária formação de uma empresa pública para administrar todo esse patrimônio tecnológico”, disse o parlamentar.
O grande foco do CBA são os laboratórios de “resposta rápida” que estão estruturados para oferecer toda a logística técnica e científica necessária para o processamento de novos produtos, a partir de extratos vegetais da biodiversidade.
Para o presidente do Parlamaz, deputado estadual Jesus Mecias (PRB), tanto o Amazonas – onde está montada a atual estrutura do centro – como os outros Estados da Amazônia, poderão se beneficiar das pesquisas da instituição tecnológica. “É um empreendimento gigantesco de grande importância para o desenvolvimento da Amazônia”, disse ele.
FONTE: ASCOM/ALEAM
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