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Quando as portas se fecham para um Governo

Na tarde de ontem, durante uma espécie de arrastão realizada pelo governador e candidato a reeleição na Avenida Nossa Senhora da Consolata, Bairro 13 de setembro, um morador fechou a porta na cara d e Anchieta quando este se aproximou para pedir voto. Ao meu ver, este é apenas uma demonstração da insatisfação e rejeição pelo atual governador.

Mas não é tudo, é apenas o começo do que pode acontecer  no dia 3 de outubro, se as coisas continuarem como estão: reuniões cansativas, longas esperas e discursos ultrapassados. Sem contar as más companhias. Vou explicar: Como é que o governador vai ter apoio e voto para eleger Marluce Pinto se o eleitorado não engole essa união ‘estranha’ com o senador Romero Jucá?

Como é que o governador vai ter apoio e voto de deputado estadual se ele anda com o Rodriguinho Jucazinho, rebento de Romero e candidato a deputado estadual a tiracolo? Como é que o governador vai ter apoio e voto de deputados federais se anda com a Teresa Surita (protegida de Jucá e impulsiva candidata a deputada federal) a tiracolo?

Não é apenas a porta do eleitor que se fecha, muitas se fecharam e muitas outras e fecharão! A sabedoria dos mais antigos nos ensina que o cavalo não passa celado duas vezes para a mesma pessoa. Ou seja, as oportunidades podem ser únicas. E tantas foram as oportunidades que o atual  governador teve de conquistas as pessoas, de agregar amigos de verdade e ser realmente um político notável!

Mas suas ações ao longo do poder herdado de Ottomar foram além da coerência política. Alianças rompidas, amizades perdidas e futuro desperdiçado. Um governo que compra não conquista, um governo que obriga não domina, um governo que oprime não convence.

Muitas vezes o governante se envolve demais em conquistas de grandes metas, investe todos os nossos esforços no futuro de acordo com a sua vontade e despreza o que temos de essencial no presente.

Cuidado governador! Assim como as portas do eleitor se fecharam ontem, as portas do tempo não se abrirão mais para você voltar ao passado e trazer aquilo que descuidadamente deixou de valorizar. É nessa hora que você se dará conta de ter esquecido o essencial: o povo.

ORLEN KELLY – colaboradora

  • “Alianças rompidas, amizades perdidas e futuro desperdiçado.” Sempre que vejo afirmações do gênero, me pergunto que alianças e amizades serão estas? Pois ao que me consta o que existe em Roraima é apenas uma alternância de poder. Todos estes políticos que aí estão, há décadas se alternam e o que de bom isto resultou? Nada. As nossas vidas só pioraram. A educação, segurança, saúde… só declinaram. Aliança, senhora Orlen? Só se for de contas bancárias, licitações e poder.

  • Isso é mais uma prova que este governador é ruim e não serve para governar Roraima,afinal,nunca na minha vida tinha visto isso,ou seja,um eleitor fechar a porta na cara do governador,parabéns morador por sua coragem,pois,são poucos que tem essa atitude,principalmente por medo de perseguição.Fora Anchieta JÁ.

  • Cara Orlen, vc esqueceu de mencionar que no grupo político de Neudo, também tem o sr. Mecias, com o filhinho a tiracolo, tentando emplacá-lo a deputado federal….fala sério….oh politicagem maldita é essa de Roraima….salvem-se quem puder…

  • Arlane vai se danar seu baba ovo,aposto que se o Governador entrar numa piscina com a água pela cintura você morre afogado.

  • Detalhe: foi tão bobo, que trocou a plataforma política de Ottomar pelas promessas de Jucá, o senador dos projetos virtuais. Vejam só que ele fez o maior alarde na radio dele, atraves do Mario Cesar, dizendo que iria resolver a questão dos precatórios e aí, anda metendo o pau no ministro do TST. Será que este Anchieta não viu que o Juca só queria palanque? Cadê os milhões que Juca anunciou que traria prá RR? Está tudo integralizado em obras e o dinheiro não circula na mão do povo. Quem está ganhando? As empreiteiras que bancam a campanha.

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