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SEGUNDA LIMINAR – Uma decisão que castiga ainda mais o povo de Roraima

Alguém tinha alguma dúvida que isso iria acontecer? Talvez. Aqueles que acreditam que ainda “há juízes em Brasília”, os mais ingênuos e os muito esperaçosos, provavelmente pensaram que podiam acreditar. Quando o procurador regional eleitoral entrou no caso e decidiu pela realização de novas elições e não pela posse do segundo colocado, ex-governador Neudo Campos (PP), lembro de ter dito aqui que a decisão nada mais era do que um arranjo para atender interesses de um grupo político e afirmei: “quando os tribunais superiores resolverem reabrir o caso, o mandato do governador Anchieta Junior pode estar no fim, isto se não tiver acabado”.

Agora o presidente do Tribunal Superior Eleitoral(TSE), ministro Ricardo Lewandosvski, concede liminar em medida cautelar, suspendendo a cassação do governador Anchieta Júnior (PSDB). Nâo estou, em hipótese alguma, dizendo que o ministro descumpriu ou distorceu a lei. Pelos argumentos utilizados para justificar a decisão, por certo ele está coberto de razões. Mas a esta altura dos acontecimentos, a grave crise vivida pelo povo de Roraima ensina rambém que a hora é de profunda reflexão; os pormenores e as chamadas tecnicalidades jurídicas podem dar lugar ao bem comum, aos interesses da população.

Por estas e outras é que a impressão geral que fica é a de uma justiça rápida, como a velocidade da luz, só existe quando se trata de beneficiar as elites e/ou oligopólios, ao contrário da lentidão quando é para favorecer os desprotegidos ou atender demanas sociais do Estado. È exatamente este o caso de Roraima, que enfrenta os caos generalizado pela ausência ou descumprimento por parte do governo de suas obrigaões legais na execução dos serviços públicos básicos.

Como resultado final das promessas nunca cumpridas, o País vive uma fase de completa desmoralização política pelos desdmandos dos governos e a desqualificação de qualquer informação ou propaganda oficial. Roraima inteiro não me deixa mentir.

CÉLIO ANTUNES – jornalista e colaborador (e-mail: Antunes_celio@hotmail.com)

  • Em todas as esferas do judiciário é exaltada a prática do cumprimento de prazos, ai vem a pergunta que não quer calar. Nos Tribunais superiores não? da mais alta esfera devia vir justiça emergente, mas só se vê protelação morosidade e prevaricação. Toda uma nação a merce de meia dúzia de Senhores altamente vaidosos que transparecem a ousadia fictícia de comandar o próprio tempo e se isso não se cumpre tanto faz o tempo não os obedeceu, mas todo um povo padece por que fizeram ou deixeixaram de fazer. Pastores que pastoreiam a si mesmos.

  • EM TUDO QUE ACONTECE A CULPA NÃO PODE SER TOTALMENTE DO TSE, CONVENHAMOS O POVO TEM QUE PAGAR O PREÇO DE TER VENDIDO SEU VOTO, ACREDITAR NO GOVERNANTE QUE DEMONSTROU EM SEU GOVERNO ANTERIOR TAMANHA CORRUPÇÃO E COMPRA DE VOTO DESVAIRADA, ENTÃO O POVO TEM QE ARCAR COM AS CONSEQENCIA, DESTE DESGOVERNO CORRUPTO. A JUSTIÇA HÁ DE SE FAZER, MAS TEMOS QUE TER PACIENCIA POIS, SE ESTE GOVERNO ESTÁ NO PODER É GRAÇAS O POVO QUE O ELEGEU.

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