Dentre as propostas de Governo apresentadas pelos dois candidatos a governador em Roraima, a mais incoerente é quanto ao programa assistencialista Vale Solidário, (antigo Vale Alimentação, criado no Governo de Flamarion Portela em 2003, com o valor de R$ 30,00). Hoje, cada família cadastrada recebe R$ 80,00. O falecido governador Ottomar Pinto firmou compromisso, durante a campanha eleitoral de 2006, de reajustar o benefício para R$ 170,00, mas não conseguiu comprir a promessa.
Este ano, entre os candidatos a governador, Neudo Campos (PP), da coligação Pra Roraima Voltar a Ser Feliz, foi o primeiro a falar em aumentar o valor para R$ 120,00. Vendo que estava perdendo terreno, o governador Anchieta Júnior (PSDB), candidato à reeleição, anunciou que também reajustará o benefício para R$ 150,00 caso consiga se manter no poder.
Isso tudo não significa preocupação com as pessoas menos favorecidas deste Estado, mas apenas táticas de aliciamento do eleitorado roraimense. É uma espécie de compra de voto disfarçada de proposta de Governo. Anchieta perdeu a oportunidade de reajustar o valor do Vale Solidário por, pelo menos, duas oportunidades: quando assumiu o Governo deixado de bandeja por Ottomar, seguindo seu plano, e quando o deputado estadual Flamarion Portela (PTC) propôs, através do Projeto de Lei (PL) nº 058/08, que propunha o aumento para R$ 170,00 (um terço do valor do salário mínimo).
Além de não seguir o plano de Ottomar, o governador Anchieta também vetou sumariamente (veto mantido pelos deputados no dia 11 de março de 2010) o PL de Flamarion, simplesmente por ele ser da oposição. Ou seja, foi uma decisão politiqueira, sem levar em consideração o benefício a dezenas de milhares de famílias que realmente precisam do programa, dado o fato de não terem outra alternativa nem perspectiva de emprego. Se o pensamento era realmente reajustar o programa, poderia ter feito isso quando da apresentação do PL de Flamarion, vetando parcialmente a matéria, reduzindo o valor para R$ 150,oo, conforme a proposta apresentada agora por Anchieta.
Após mais essa atitude incoenrente de Anchieta, a impressão que se tem é que a proposta de R$ 150,00 só surgiu mesmo para sufocar a do adversário, transformando o Vale Solidário em moeda de troca (assim como as promessas de aumento de salários para alguns setores da adminsitração pública), configurando-se assim, compra de voto e isso é crime eleitoral.
WIRISMAR RAMOS – da Redação (e-mail: wirismar@gmail.com)
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ESSE JOSÉ PINOQUIO DE ANCHIETA É UMA PIADA…O QUE ELA FALA NÃO SE ESCREVE…ELE CA.. E ANDA PRO ZEZINHO QUE MORA LÁ NOS CAFUNDÓ DO JUDAS.
NA MINHA OPINIAO NAO E IMPRESSAO E SSIM UMA APOSTA DE QUEM DA MAIS.
QUANDO O FLAMARION ERA GOVERNO O PESSOAL DO ANCHIETA x OTOMAR FALAVA QUE O VALE ERA DE VERBA FEDERAL,LOGO A TOMAREM O GOVERNO DO FLAMARON PASSARA A DIZER QUE O VALE ERA TOTALMENTE DO ESTADO.
OU VERBA DO ESTADO UO FEDERAL ,SERIA OTIMO SE AS PESSOAS NAO VIVERCEM NECESSITANDO SI UMILHAREM PARA PODEREM COMER UM POUCO DE FEIJAO.
Será que o povo de Roraima é tão burro a ponto de acreditar nessa promessa???
Com razão o autor do Blog, pois caso o governador quisesse aumentar o vale (esmola) solidário teve todos esses três anos para isso.
Aliás, vcs viram que em todo tempo nas propagandas ele diz que foram apenas dois anos de governo? Peraí, mas o Ottomar faleceu em dezembro de 2007, então foram três anos de governo, ou eu faltei nas aulas de matemática???
O problema é que o povão nem se liga nessas coisas…
Aliás, nosso Estado tem que se preocupar em dar empregos de verdade pra população, trazer desenvolvimento, iniciativa privada, educação de qualidade.
Será que o próximo governador vai se procupar com isso, ou vai apenas manter seu curral???
ACORDA POVO DE RORAIMA!!!