EMERGÊNCIA – HGR ganha reforço em serviço de cardiologia com novos equipamentos

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13 desfibriladores novos estão ajudando os casos de paradas cardiorrespiratórias, garantindo uma melhor assistência para quem necessitar / Foto: Ascom/Sesau /

O serviço de cardiologia do HGR (Hospital Geral de Roraima) foi reforçado com 13 desfibriladores novos, equipamentos que auxiliam os médicos na reanimação em casos de paradas cardiorrespiratórias. Após treinamento da equipe, aparelhos já estão sendo utilizados no hospital.

Segundo a Sobrac (Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas), a cada dois minutos uma pessoa tem morte súbita no Brasil e 85% dos pacientes que tiveram taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular, quando tratados com desfibrilador precocemente, mantiveram suas funções cardíacas e cerebrais preservadas.

Os enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem do interior e do HGR participaram de um treinamento sobre o manuseio correto dos desfibriladores, que já estão sendo utilizados. As aquisições ocorreram por meio de emendas parlamentares e da RUE (Rede de Urgência e Emergência).

Apenas para o HGR, os investimentos foram de mais de R$ 400 mil para a compra dos desfibriladores e mais R$ 13 mil para a aquisição de oxímetros, que permitem aferir o nível de oxigênio no sangue.

A responsável pelo serviço de cardiologia do HGR, Ilana Carvalho, explicou que os equipamentos garantirão mais segurança aos atendimentos de emergência à população. “São equipamentos modernos que vão beneficiar tanto o paciente, quanto o profissional que vai poder oferecer uma qualidade melhor na assistência e isso é um grande ganho”.

Ela explicou ainda que o desfibrilador faz parte das manobras de ressuscitação da parada cardiorrespiratória. “Ele pode reverter uma parada cardíaca e também outras arritmias quando a medicação não resolve, ou na permanência de instabilidade na pressão arterial”.

INTERIOR

As unidades de saúde dos municípios do interior também receberam desfibriladores e oxímetros. Isso vai garantir que as unidades estruturem salas de emergência, para que mais pessoas sejam atendidas no interior do Estado, diminuindo o número de transferências para os hospitais da capital.

DA REDAÇÃO

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